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sexta-feira, 30 de maio de 2014

MOBILIZAÇÕES E NEGOCIAÇÕES PARA CONQUISTAR BENEFICIOS E VALORIZAR O TRABALHADOR

ENCONTREI ESTE JORNAL QUE TEM PUBLICADO COM CREDIBILIDADE NOSSAS AÇÕES E MANIFESTAÇÕES

Agora

Guardas municipais aguardam negociação com Gilmar Olarte para evitar greve


Os guardas municipais de Campo Grande estiveram reunidos
 na manhã desta quinta-feira (29) e no fim do encontro
 receberam a garantia de que o prefeito Gilmar Olarte (PP) vai recebê-los até a próxima segunda-feira (2) para dar encaminhamento as propostas de reajuste salarial e negociar. A informação é do advogado do SindiGMCG (Sindicato dos Guardas Municipais), Márcio Almeida.


De acordo com Márcio, a conversa com o prefeito foi intermediada pelo presidente do conselho comunitário de segurança, Adelaido Vila, que se colocou à disposição da categoria e teria entrado em contato com o prefeito, para agendar uma negociação. 
“Ele ligou para o prefeito e em seguida informou que o Olarte vai sentar com o sindicato da guarda para tratar das nossas reivindicações. Será feito o recredenciamento do Sindigmcg que foi descredenciado injustamente e dado encaminhamento das nossas negociações que é o de cumprir o compromisso de pagar o auxílio- alimentação indenizado, ou seja, direto na conta do servidor”, explicou Mário Almeida.
O advogado disse ainda que na próxima terça-feira (3) está marcada uma assembleia da categoria na sede da Fetems (Federação dos Trabalhadores em Educação), para levar o resultado da conversa com o prefeito à categoria e decidir sobre o início da greve. 
Márcio explicou que o acordo feito entre o secretário de Governo, Rodrigo Pimentel e os guardas municipais previa o pagamento do auxílio-alimentação indenizado no salário dos 1.370 GMs. Foram negociados R$ 150, que representa 19,1% do salário. Em 2015 iria para 25% e em 2016 para 30%. 
“Acontece que eles modificaram a negociação”, reclamou o advogado, informando que o prefeito converteu o auxilio indenizado em um cartão magnético que restringe a utilização do valor e representa o retrocesso na negociação colocada, fazendo com que os GMs suspeitem que os 30% negociados podem não ser implementados.
Leia mais:


Olarte não recebe servidores que sinalizam greve das categorias

Campo Grande: agentes de saúde e guardas protestam na prefeitura
http://www.dopovonline.com.br/

quinta-feira, 29 de maio de 2014

LUTA POR VALORIZAÇÃO E CONQUISTA POR BENEFICIOS PASSA PELO DIALOGO......

INCANSAVELMENTE ESTES GUARDAS MUNICIPAIS EM ASSEMBLEIA CONCORDARAM EM IR AO DIALOGO.
 COM A PRESENÇA DO SR. ADELAIDO PRES. CONS. SEG. CENTRO CG MS ACORDAMOS EM IR A MESA DE NEGOCIAÇÃO COM O SR. PREFEITO DE CAMPO GRANDE MS GILMAR OLARTE PARA FAZERMOS VALER BENEFICIOS QUE VALORIZAM A CATEGORIA
30 % DO BASE PARA ALIMENTAÇÃO
- 19.1 % DO BASE ALIMENTAÇÃO AGORA EM JUNHO
-06.9 % REAJUSTE DO BASE ALIMENTAÇÃO EM 2015
- 05.0 % REAJUSTE DO BASE ALIMENTAÇÃO EM 2016
-10% AUXILIO FARDAMENTO REGULAMENTADO EM LEI
- PLANOS DE CARGOS E CARREIRAS DESENVOLVIDO PELO SINDGM CG
-RECREDENCIAMENTO DO SINDGMCG 
E MAIS  ALGUMAS PAUTAS QUE VALORIZAM O TRABALHADOR



O SISEM NÃO NOS REPRESENTA SR PREFEITO GILMAR OLARTE!!!!!

terça-feira, 27 de maio de 2014

ASSEMBELIA GERAL DOS TRABALHADORES EM SAUDE E SEGURANÇA PUBLICA PUBLICA DE CG MS


Guardas municipais e agentes de saúde fazem protesto na prefeitura


GM ALBERTO  NO CARRO DE SOM ESCLARECE A POPULAÇÃO O MOTIVO DO PROTESTO

Dezenas de guardas municipais, agentes municipais de saúde e de endemias realizaram um  protesto, na tarde de hoje, em frente à Prefeitura de Campo Grande. Eles fizeram uma passeata pelas ruas  centrais e o ato para cobrar auxílio-alimentação e redução de jornada.
onde o Guarda Municipal ALBERTO no carro de som falava aos manifestantes
O protesto começou na Fetems ás 15:30  (Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul), na Rua 26 de Agosto, no Bairro Amambai, e seguiu até o Paço Municipal. Eles portavam cartazes e fizeram um buzinaço e interditaram parcialmente a Avenida Afonso Pena, no Jardim dos Estados.
Segundo o advogado Márcio Almeida, que falou em nome dos manifestantes, os 1.370 guardas municipais querem receber o auxílio-alimentação. conforme acordado e aprovado em assembleia geral com 400 guardas presentes, porque a categoria até teve reajuste no benefício a partir deste mês, que passa  para R$ 150. Mas não será regulamentado em lei como acordado com os guardas municipais 19.1% do base este ano, 06.1% reajustado em 2015 do base salarial reajustado, e 5.0% em reajustado do base salarial  2016
O QUE É COMBINADO NÃO SAI CARO!
POR ESTE MOTIVO FOMOS AS RUAS
 PROTESTAR CONTRA A FALTA DE
 DIALOGO DO CHEFE DO EXECUTIVO EM
 NÃO HONRAR O COMPROMISSO COM A
CATEGORIA DOS  GUARDAS MUNICIPAIS







 Já os agentes de endemias e de saúde, em torno de 700 profissionais, querem o mesmo direito dos agentes comunitários de saúde, que recebem auxílio-alimentação, redução da jornada para 6 horas diárias e mais participação nos lucros de 10%.

PASMEM! O PREFEITO FECHOU ACORDO COM O SISEM E DEIXOU ESTAS CATEGORIAS DE FORA PROPOSITALMENTE, UMA VERGONHA A FALTA DE RESPEITO COM AGENTES DE SAUDE E ENDEMIAS DE CAMPO GRANDE, QUE ESTÃO EMPENHADOR EM SER VALORIZADOS E CONTEMPLADOS  COM ESTES BENEFICIOS. 



DESEJAMOS QUE TODOS OS GUARDAS MUNICIPAIS E AGENTES DE ENDEMIAS E SAUDE PUBLICA DO MUNICIPIO DE CAMPO GRANDE MS SOMEM CONOSCO NESTE GRANDE MANISFESTO DE INDIGNAÇÃO CONTRA A FALTA DE DIALOGO DO PREFEITO DE CAMPO GRANDE MS 
ASSEMBELIA GERAL DOS TRABALHADORES EM SAUDE E SEGURANÇA PUBLICA PUBLICA DE CG MS
29/05 09:00 NA FETEMS 
Rua 26 de Agosto, 2296 - Amambai, Campo Grande - MS, 79002-913

sábado, 24 de maio de 2014

ASSEMBLEIA GERAL DOS TRABALHADORES DA SAUDE E SEGURANÇA PUBLICA CG MS

Prefeitura informa que já atendeu 

reivindicações de guardas e agentes de 

saúde


O secretário de Governo Rodrigo Pimentel afirmou na noite desta quinta-feira (22) que a prefeitura atendeu a reivindicação do repasse do vale-alimentação aos guardas municipais e agentes de saúde de Campo Grande. Ele informou que houve um aumento de 37% no benefício e por isso os servidores não têm a necessidade de realizar uma paralisação das atividades, conforme ameaçaram.
Apesar de não concordar com o impasse, o secretário disse que na manhã desta sexta-feira (23) irá se reunir com o advogado das categorias, identificado por ele como Márcio, para resolver a situação. “A prefeitura sempre teve o interesse de entrar em um comum acordo com os servidores. Aliás, temos atendido as categorias faz tempo já, como por exemplo, disponibilizamos o fardamento e fizemos a reajuste salarial de 8%”, destacou.
Os agentes comunitários pedem que o pagamento do vale-alimentação, que equivale a R$ 150, não seja feito pelo Sisem (Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais de Campo Grande) e seja depositado diretamente pela prefeitura, sem intermediário.
Para Rodrigo Pimentel, essa reivindicação não passa de uma “vaidade” dos servidores. “Estamos fazendo de tudo para entrar em um consenso com os trabalhadores, por que não queremos o pior, que seria a greve”, finalizou.
NOS ENGANAM COM UM GOLPE!  DESCREDENCIANDO NOSSOS SINDICATOS
 INFORMAM BENEFICIOS QUE NOS OBRIGAM A FILIAR NO SISEM PARA RECEBE -LOS
 JA ENTENDEMOS O RECADO "VAIDADE", MAS PODEM FICAR CERTOS DE QUE NÃO NOS CALAREMOS ANTE  OS DESMANDOS DO PODER  EXECUTIVO.
CONCERTARAM AS CAGADAS CONFORME NOSSAS ORIENTAÇÕES.
HOJE  VINTE DIAS DEPOIS DE PEDIR A PALAVRA AOS GUARDAS NO GUANADIZÃO ESTOU CERTO QUE DEUS PREPAROU O MOMENTO PARA DESMASCARAR ESTE GOLPE TÃO VIL E BAIXO.
ESTOU CERTO EM DEUS QUE SOMOS VITORIOSOS
ASSEMBLEIA GERAL DOS TRABALHADORES EM SAUDE E SEGURANÇA PUBLICA DE CG-MS
15:00 DIA 27/05/2014 NA FETEMS (RUA 26 DE AGOSTO 2296)

TEMOS LUTADO POR  UM DIALOGO!

NA FALTA DELE.... ART. 4  PARAGRAFO 2 NA LEI DE GREVE



quinta-feira, 22 de maio de 2014

ASSEMBLEIA GERAL DOS TRABALHADORES EM SAÚDE E SEGURANÇA PUBLICA DO MUNICIPIO DE CAMPO GRANDE MS


ASSEMBLEIA GERAL DOS TRABALHADORES EM SAÚDE E SEGURANÇA DE CG MS 
15:00 DIA 27/05/2014 NA FETEMS (RUA 26 DE AGOSTO 2296)
TEMOS LUTADO POR  UM DIALOGO!
NA FALTA DELE.... ART. 4  PARAGRAFO 2 NA LEI DE GREVE
Presidência da República
Casa CivilSubchefia para Assuntos Jurídicos
Conversão da Medida Provisória nº 59, de 1989
Dispõe sobre o exercício do direito de greve, define as atividades essenciais, regula o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade, e dá outras providências.
        O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
        Art. 1º É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.
        Parágrafo único. O direito de greve será exercido na forma estabelecida nesta Lei.
        Art. 2º Para os fins desta Lei, considera-se legítimo exercício do direito de greve a suspensão coletiva, temporária e pacífica, total ou parcial, de prestação pessoal de serviços a empregador.
        Art. 3º Frustrada a negociação ou verificada a impossibilidade de recursos via arbitral, é facultada a cessação coletiva do trabalho.
        Parágrafo único. A entidade patronal correspondente ou os empregadores diretamente interessados serão notificados, com antecedência mínima de 48 (quarenta e oito) horas, da paralisação.
        Art. 4º Caberá à entidade sindical correspondente convocar, na forma do seu estatuto, assembléia geral que definirá as reivindicações da categoria e deliberará sobre a paralisação coletiva da prestação de serviços.
        § 1º O estatuto da entidade sindical deverá prever as formalidades de convocação e o quorum para a deliberação, tanto da deflagração quanto da cessação da greve.
        § 2º Na falta de entidade sindical, a assembléia geral dos trabalhadores interessados deliberará para os fins previstos no "caput", constituindo comissão de negociação.
        Art. 5º A entidade sindical ou comissão especialmente eleita representará os interesses dos trabalhadores nas negociações ou na Justiça do Trabalho.

        Art. 6º São assegurados aos grevistas, dentre outros direitos:

terça-feira, 20 de maio de 2014

PALAVRAS QUE NÃO PODEM CAIR NO ESQUECIMENTO

PALAVRAS QUE A MAIORIA DOS GUARDAS TINHAM INTALADAS NA GARGANTA
PALAVRAS E REAÇÕES QUE DEMOSNTRAM A INSATISFAÇÃO DA CATEGORIA COM BLA! BLA!
 QUE NÃO RESOLVE E AINDA AFRONTAM A REPRESENTATIVIDADE DOS GUARDAS MUNICIPAIS DE CAMPO GRANDE MS

CONVOCAÇÃO AOS GUARDAS MUNICIPAIS DE CAMPO GRANDE MS



ASSEMBLEIA GERAL SINDGMCG-MS

PAUTA: A BOLSA ALIMENTAÇÃO DE R$150

SE FOR SEGUIR A LEGALIDADE 

NÃO CONTEMPLA TODA A CATEGORIA

DE GMS

MOBILIZAÇÃO GERAL  WATS, FACE, VISITA AOS POSTOS, SMS , CONVIDEM SEUS COMPANHEIROS

QUINTA FEIRA (22 DE MAIO 13:30 RUA 26 

DE AGOSTO 2296)


https://www.facebook.com/profile.php?id=100000156935148&fref=photo
Confirmadissima assembleia geral do sindgmcg dia 22/05 quinta feira na fetems a partir das 13;30 r.26 agosto 2296 . Pauta o bolsa alimentacao de 150r$ se for seguir a legalidade nao contemplara toda a categoria sindgmcg atento !!!!! Mobilizacao geral watz e face por favor divulguem  
GM BONFIM

ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE APOIO AOS PORTADORES DE ARMA LEGAL

PROCUREM NO FACE MEU AMIGO : EMILIO CARLOS SILVA
RESPONSAVEL EM INFORMAR AOS BRASILEIROS COMO TRANSFORMAR O ESTATUTO DO DESARMAMENTO EM UMA POLITICA QUE PERMITA AO CIDADÃO USAR SUA ARMA LEGAL E DEFENDER SUA FAMILIA

https://www.facebook.com/emiliocarlossilva.anapal.9?fref=ts

quinta-feira, 15 de maio de 2014

PMs GREVISTAS EM RECIFE

15/05/2014 14h58 - Atualizado em 15/05/2014 14h58

Passeata dos PMs grevistas chega ao Palácio das Princesas, no Recife

Caminhada seguiu de forma pacífica do Derby até a Praça da República. 
Lideranças do movimento esperam que chegada de ministro amplie diálogo.



No segundo dia de paralisação dos policiais militares de Pernambuco, mais uma passeata foi realizada pelas ruas do centro do Recife.  Em cerca de duas horas, mais de mil pessoas - de acordo com o movimento da PM - percorreram ruas e avenidas gritando palavras de ordem e explicando a pauta de reivindicações da categoria.
A passeata saiu por volta das 12h, da Praca do Derby, com a presenca de algumas liderancas, como Joel Maurino, que negocia diretamente com a cúpula do governo de Pernambuco. Como a greve foi considerada ilegal pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco, o Palácio do Campo das Princesas se nega a negociar com a categoria em greve. "Ficamos até 15h30 negociando na Assembleia e tivemos avanços, principalmente em relação ao plano de carreiras. Isso reflete no salário, já que os policiais serão promovidos. Mas não desistimos da nossa pauta, vamos lutar. Hoje continuamos com as negociações e devemos ter assembleia até o fim do dia", disse.
A passeata seguiu de forma pacífica ate a sede do governo estadual, na Praça da República, inclusive com o apoio de alguns populares. O comércio do centro do Recife ficou completamente fechado nas avenidas Conde da Boa Vista, Guararapes e Dantas Barreto.
Ao chegar ao Palácio, as lideranças do movimento explicaram à categoria a questão da ilegalidade da greve e a proposta assumida em relação ao plano de cargos e carreira e à contratação de policiais aprovados em concurso realizado em 2009.
O presidente da Associação dos Praças Policiais e Bombeiros Militares de PE (Aspra), cabo Paulo Aquino, frisou que a expectativa é que a presença do ministro  da Justiça, José Eduardo Cardozo, facilite a negociação.  Diante do resultado, será realizada uma nova assembleia. De acordo com a organização do movimento independente da PM, praticamente todos os batalhões de Pernambuco estão parados - mantidos apenas serviços como o hospital militar e a guarda de armamentos.
Entenda a paralisação
Uma comissão independente de PMs iniciou a paralisação na noite de terça (13) e decidiu manter a mobilização na noite de quarta (14), após reunião com líderes do governo e representantes da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Nem o governo do estado nem o movimento grevista precisaram quantos PMs aderiram à paralisação.
Um dos representantes dos PMs, soldado Joel Maurino, afirmou que a paralisação foi mantida porque não foi fechado acordo quanto ao aumento de 50% no salário-base, uma das reivindicações da categoria. O grupo envolvido na mobilização também pleiteia, entre outros pontos, aumento do vale-refeição e estruturação do Plano de Cargos e Carreiras (PCC) da corporação.
O secretário da Casa Civil, Luciano Vasquez, informou que os PMs terão reajuste de 14,55% no contracheque de junho, equivalente à quarta parcela acordada em acerto entre governo e categoria, há quatro anos. O primeiro aumento foi em 2011, de 14%; a segunda e a terceira parcelas foram de 10%, em 2012 e 2013. Os reajustes foram concedidos sempre no mês de junho de cada ano.


ATENÇÃO ! QUEM É O SINDGMCG-MS.....


O PRESIDENTE DA CAMARA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE MS TEM PAUTADO O DIALOGO PARA RESOLVER A CONFUSÃO GERADA PELO EXECUTIVO



Vereadores indicaram a Prefeitura de Campo Grande a contratação, via licitação, de uma empresa de cartões benefício para evitar que o vale-alimentação seja repassado aos servidores municipais por sindicatos. A medida pode atender a reivindicação dos Guardas Municipais, cujo sindicato atualmente não está regularizado e a responsabilidade de pagamento ficou a cargo do Sisem (Sindicato dos Servidores e Funcionários Municipais de Campo Grande).
"Sugerimos à prefeitura que faça licitação com uma empresa de cartão de crédito para quebrar esta regra de se privilegiar sindicato A, B ou C"", disse o vereador Mário César (PMDB), presidente da Câmara, na manhã de hoje (14), durante audiência pública realizada na Casa de Leis.
A mudança, no entanto, seria implantada a longo prazo, caso o Executivo acate. De imediato, o parlamentar explica que foi feita uma emenda ao projeto que estabelece o vale-alimentação, para que, além do Sisem, qualquer entidade de classe possa fazer o repasse, desde que tenha atividade regulamentada.
"Assim, tiramos a exclusividade", acrescentou o vereador, ressaltando que a prefeitura optou por deixar o repasse a cargo dos sindicatos representativos para que o prazo estabelecido em lei para início do pagamento, 1º de junho, seja cumprido.
Impasse - Mais de 50 guardas municipais, representados pelo SINDGM-CG, compareceram a audiência pública para reforçar descontentamento com a forma de repasse. "O Sisem não nos representa, e se nao for pelo nosso sindicato, que seja pela prefeitura", disseram aos vereadores.
O sindicato da categoria, fundado no ano passado, briga para obter a carta sindical. Por enquanto, sem o documento, eles não podem firmar o convênio.
Conforme o projeto, que partiu do Executivo e foi aprovado ontem pelos vereadores, os servidores municipais das categorias de 1 a 13, que recebem até dois salários mínimos de remuneração, terão direito a vale-alimentação de R$ 120 a 150.
Caberá aos sindicatos das respectivas categorias realizar os convênios. As entidades, no entanto, precisarão estar devidamente regulamentadas. “Ainda faltam alguns trâmites burocráticos, mas o plano da prefeitura é que o benefício comece a valer a partir de primeiro de junho”, disse o líder do prefeito Gilmar Olarte (PP) na Câmara, vereador João Rocha (PSDB).

ASSEMBLEIA GERAL SINDGMCG - LOCAL: SINDICATO DOS BANCARIOS, DIA 16/05/2014 13:00


                          
                            CONVIDAMOS

 todos os Guardas Municipais de Campo Grande!

A PARTICIPAR DA ASSEMBLEIA GERAL


Que será realizada no Sindicato dos Bancários RUA BARÃO

 DO RIO BRANCO (entre ruas 25 de dezembro e bahia em

 frente ao fórum de Campo Grande) no dia 16/05 (sexta-

feira) com início as 13h00.


Na oportunidade estaremos decidindo sobre medidas a 

serem  adotadas pelos guardas municipais acerca de

 eventual recusa do Governo Municipal no cumprimento da

 proposta acordada entre o próprio Governo e o Sindicato

 dos Guardas na assembleia passada.
.
Em cujo termo de acordo ficou estabelecido que o Guarda

 Municipal receberia a quantia de R$ 150,00 (Cento

 e Cinquenta Reais) mensais - e isto, já em junho e 

diretamente em sua folha de pagamento - ou seja, sem a

interveniência de operadoras de cartão de crédito, ou 

mesmo o SISEM. Para fazer valer o nosso direito de sermos

ouvidos precisamos do apoio de todos

. GUARDA UNIDA! VENCE UNIDA! CONQUISTA PARA 

TODOS.....


À Direção do SINDGM/CG, o Sindicato dos Guardas 

Municipais de Campo Grande!!


SE NOS ORGANIZARMOS E 

MOBILIZARMOS EM PRÓ DE NOSSOS 

DIREITOS!

CONQUISTAREMOS ALGO 

QUE JA É NOSSO.

UMA REVOLUÇÃO ESTA EM CURSO.

E A PARTICIPAÇÃO DE TODOS É 

FUNDAMENTAL PARA FORTALECER A

 REPRESENTATIVIDADE DA CATEGORIA

A ESTRATEGIA DO EXECUTIVO

 É IGNORAR A DECISÃO DA CATEGORIA 

ENFIANDO GUELA ABAIXO!

 ESTILO DITADURA! 

A DECISÃO DO BENEFICIO VIA SISEM.

É MAIS UM GOLPE!

GOLPE CONTRA A DEMOCRACIA QUE

 NOS PERMITE ESCOLHER NOSSOS

 REPRESENTANTES......




SINDICATO DO GUARDAS MUNICIPAIS DE CAMPO GRANDE MS

Guarda Municipal de Campo Grande realiza manifesto por acordo salarial

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Jucyllene Castilho e Arlindo Florentino
14/05/2014 08:30



Pelo menos 30 guardas estão em frente da Prefeitura Municipal de Campo Grande realizando um ato de protesto por conta do reajuste salarial. Eles querem ser atendidos pelo prefeito da Capital, Gilmar Olarte (PP), ou algum representante, como o secretário de governo, Rodrigo Pimentel. 


Entretanto o prefeito não está em Campo Grande, ele cumpre agenda em Brasília e deve retornar nesta quarta-feira (14), apenas no fim do dia. 

“Caso não sejamos recebidos aqui na prefeitura, vamos iniciar uma marcha até a Câmara Municipal para falar com o presidente, pois nossa intenção não é de greve e sim de manifestação”, explica Hudson Pereira Bonfim, presidente do Sindicato dos Guardas Municipais de Campo Grande. 

De acordo com o representante da Guarda, foi realizado um acordo em relação ao reajuste salarial. “Ia ser um aumento linear, sendo no valor total de 30% em três etapas. Neste ano, o reajuste é de 8%, no próximo será de 7% e no outro o restante. Além disso, deveríamos receber R$ 150 em dinheiro na conta salarial, como sendo de natureza alimentar, sendo esta parte que não está sendo cumprida”, alega. 

Bonfim ressalta que os guardas estão recebendo um cartão de vale-alimentação, no mesmo valor. “Este não foi o acordo, não queremos este cartão, pois ele é restrito”, alega.

terça-feira, 13 de maio de 2014

SAUDAÇÕES AZUL MARINHO E SOCIALISTAS ATODOS TRABALHADORES DA GUARDA MUNICIPAL DE CAMPO GRANDE MS

AMANHA DIA 14 DE MAIO DE 2014 AS 07:00 ESTAREMOS CHEGANDO NO PAÇO MUNICIPAL, PRECISAMOS DE UM POSICIONAMENTO CLARO DO EXECUTIVO, PARA ENCAMINHAR COM A CATEGORIA.



OBSERVANDO O MODO OPERACIONAL DO EXECUTIVO EM CONSTRUIR COM O SISEM UMA FORMA DE FORÇAR AS CATEGORIAS DE TRABALHADORES DA PREFEITURA A SE FILIAREM , CANCELANDO  A CONTRIBUIÇÃO VOLUNTARIA AOS RESPECTIVOS SINDICATOS QUE REALMENTE REPRESENTAM A CATEGORIA.
NESTE BLOG TEM REGISTRADO TODA ESTRATEGIA TOMADA POR PESSOAS QUE NÃO REPRESENTAM OS GUARDAS MUNICIPAIS DE CAMPO GRANDE MS.
PARA  DESARTICULAR O SINDICATO ELEITO E VOTADO POR TODOS PARA PAUTAR OS BENEFICIOS E REAJUSTES PARA A CATEGORIA.
CONVIDAMOS VC GUARDA MUNICIPAL A ESTA CONOSCO NO PAÇO MUNICIPAL
PAUTA:
1-RECREDENCIAMENTO DO SINDGMCG NA PMCG
2-  A : 19.1% DO BASE EM ALIMENTAÇÃO AGORA EM JUNHO EM FOLHA
      B :  MAIS 6.9 % CHEGANDO A 25% DO BASE EM ALIMENTAÇÃO EM 2015
      C :  MAIS 5% CHEGANDO A 30% DO BASE EM ALIMENTAÇÃO EM 2016
3-  PAUTAR O PLANO DE CARGOS E CARREIRAS DOS GUARDAS MUNICIPAIS DE CAMPO GRANDE MS
4- PAUTAR A QUESTÃO DE FERIAS DOS GUARDAS MUNICIPAIS
5- PAUTAR A QUESTÃO DA LICENÇA PARA TRATAR DE SAUDE A BAIXA MÉDIA SALARIAL QUE MATA O GUARDA MUNICIPAL DE FOME E VERGONHA

PARTIR DA 07:00 DE AMANHA

JUNTOS SOMOS FORTES

GUARDA MUNICIPAL ALBERTO
VICE PRES. SINDGMCG


PARA AVANÇAR NA VALORIZAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO E MOVIMENTYOS SOCIAIS   VOTE   CHAPA 2

A CATEGORIA DOS GUARDAS MUNICIPAIS DE CAMPO GRANDE MS ESTA ACOMPANHANDO OS ENCAMINHAMENTOS DO EXECUTIVO E LEGISLATIVO

DURANTE O LANÇAMENTO DA CHAPA 2  PARA REELEIÇÃO NA FETEMS DE ROBERTO  BOTARELLI
O DEP.  FED. BIFFI  NOS DEUS UM TESTEMUNHO ONTEM  
TAMBEM DESCREDENCIARAM A FETEMS  PARA NÃO RECEBER A CONTRIBUIÇÃO VOLUNTARIA DE SEUS  FILIADOS  NA DECADA DE 80 OU 90  E ASSIM ENFRAQUECER O MOVIMENTO SINDICAL, HOJE A FETEMS É UMA REALIDADE.
EU ACREDITO QUE ENQUANTO GUARDAS MUNICIPAIS PERTENCENTES A UMA CATEGORIA QUE NÃO ACEITA SER REPRESENTADA A FORÇA PELO SISEM, LUTAREMOS PELO NOSSO IDEAL, PODEM TENTAR NOS IGNORAR, MOSTRAREMOS NOSSA FORÇA, NOSSA UNIÃO E DETERMINAÇÃO
SINDGMCG-MS
JUNTOS SOMOS FORTES!


Política
13/05/2014 15:36

Mais de 5 mil servidores municipais recebem auxílio-alimentação a partir de junho

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Fernanda Kintschner

Foi aprovado nesta terça-feira (13) pela Câmara de Campo Grande um projeto do Executivo que garante auxílio-alimentação de até R$ 150 a 5.625 servidores. O benefício será implantado a partir de junho.
Segundo a prefeitura, o direito ao auxílio é garantido desde 2011, pelo Estatuto do Servidor, porém nunca foi colocado em prática. Serão beneficiados os servidores que recebem até dois salários mínimos, até o nível 13, com salário-base de R$ 1.243,03.
Dentre os funcionários estão guardas municipais (1.341 servidores); administrativos da educação (2.151); agentes comunitários de saúde (1.441) e auxiliares e técnicos de enfermagem (687 funcionários).
Servidores da Educação receberão cartão alimentação de R$ 120,00. Os agentes comunitários de saúde e guardas terão R$ 150,00.

VOTO! FUNDAMENTAL PARA TRANSFORMAR A POLITICA DE SEGURANÇA PUBLICA DO BRASIL

Concorda? 


Compartilhe!!!


Vote!


Para votar, clique no link abaixo:



http://www12.senado.gov.br/ecidadania/visualizacaotexto?id=149310







Dispõe sobre o Estatuto Geral das
Guardas Municipais.


O CONGRESSO NACIONAL decreta:


CAPÍTULO I
DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

Art. 1º Esta Lei institui normas gerais para as
guardas municipais, disciplinando o § 8º do art. 144 da
Constituição Federal.
Art. 2º Incumbe às guardas municipais, instituições
de caráter civil, uniformizadas e armadas conforme previsto em
lei, a função de proteção municipal preventiva, ressalvadas as
competências da União, dos Estados e do Distrito Federal.

CAPÍTULO II
DOS PRINCÍPIOS

Art. 3° São princípios mínimos de atuação das guardas
municipais:
I — proteção dos direitos humanos fundamentais, do
exercício da cidadania e das liberdades públicas;
II — preservação da vida, redução do sofrimento e
diminuição das perdas;
III — patrulhamento preventivo;
IV — compromisso com a evolução social da comunidade; e
V — uso progressivo da força.



2

CAPÍTULO III
DAS COMPETÉNCIAS

Art. 4º É competência geral das guardas municipais a
proteção dos bens, serviços, logradouros públicos municipais e
instalações do Município.
Parágrafo único. Os bens mencionados no caput
abrangem os de uso comum, os de uso especial e os dominiais.
Art. 5° São competências específicas das guardas
municipais, respeitadas as competências dos órgãos federais e
estaduais:
I — zelar pelos bens, equipamentos e prédios públicos
do Município;
II — prevenir e inibir, pela presença e vigilância,
bem como coibir, infrações penais ou administrativas e atos
infracionais que atentem contra os bens, serviços e
instalações municipais;
III — atuar, preventiva e permanentemente, no
território do Município, para a proteção sistêmica da
população que utilize os bens, serviços e instalações
municipais;
IV — colaborar de forma integrada com os órgãos de
segurança pública em ações conjuntas que contribuam com a paz
social;
V — colaborar com a pacificação de conflitos que seus
integrantes presenciarem, atentando para o respeito aos
direitos fundamentais das pessoas;
VI — exercer as competências de trânsito que lhes
forem conferidas, nas vias e logradouros municipais, nos
termos da Lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997 - Código de


3

Trânsito Brasileiro, ou de forma concorrente, mediante
convênio celebrado com órgão de trânsito estadual ou
municipal;
VII — proteger o patrimônio ecológico, histórico,
cultural, arquitetônico e ambiental do Município, inclusive
adotando medidas educativas e preventivas;
VIII — cooperar com os demais órgãos de defesa civil
em suas atividades;
IX — interagir com a sociedade civil para discussão
de soluções de problemas e projetos locais voltados à melhoria
das condições de segurança das comunidades;
X — estabelecer parcerias com os órgãos estaduais e
da União, ou de Municípios vizinhos, por meio da celebração de
convênios ou consórcios, com vistas ao desenvolvimento de
ações preventivas integradas;
XI — articular-se com os órgãos municipais de
políticas sociais, visando à adoção de ações
interdisciplinares de segurança no Município;
XII — integrar-se com os demais órgãos de poder de
polícia administrativa, visando a contribuir para a
normatização e a fiscalização das posturas e ordenamento
urbano municipal;
XIII — garantir o atendimento de ocorrências
emergenciais, ou prestá-lo direta e imediatamente quando
deparar-se com elas;
XIV — encaminhar ao delegado de polícia, diante de
flagrante delito, o autor da infração, preservando o local do
crime, quando possível e sempre que necessário;


4

XV — contribuir no estudo de impacto na segurança
local, conforme plano diretor municipal, por ocasião da
construção de empreendimentos de grande porte;
XVI — desenvolver ações de prevenção primária à
violência, isoladamente ou em conjunto com os demais órgãos da
própria municipalidade, de outros Municípios ou das esferas
estadual e federal;
XVII — auxiliar na segurança de grandes eventos e na
proteção de autoridades e dignatários; e
XVIII — atuar mediante ações preventivas na segurança
escolar, zelando pelo entorno e participando de ações
educativas com o corpo discente e docente das unidades de
ensino municipal, de forma a colaborar com a implantação da
cultura de paz na comunidade local.
Parágrafo único. No exercício de suas competências, a
guarda municipal poderá colaborar ou atuar conjuntamente com
órgãos de segurança pública da União, dos Estados e do
Distrito Federal ou de congêneres de Municípios vizinhos.

CAPÍTULO IV
DA CRIAÇÃO

Art. 6° O Município pode criar, por lei, sua guarda
municipal.
Parágrafo único. A guarda municipal é subordinada ao
chefe do Poder Executivo municipal.
Art. 7° As guardas municipais não poderão ter efetivo
superior a:
I — 0,4% (quatro décimos por cento) da população, em
Municípios com até 50.000 (cinquenta mil) habitantes;


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II — 0,3% (três décimos por cento) da população, em
Municípios com mais de 50.000 (cinquenta mil) e menos de
500.000 (quinhentos mil) habitantes, desde que o efetivo não
seja inferior ao disposto no inciso I;
III — 0,2% (dois décimos por cento) da população, em
Municípios com mais de 500.000 (quinhentos mil) habitantes,
desde que o efetivo não seja inferior ao disposto no inciso II.
Parágrafo único. Se houver redução da população
referida em censo ou estimativa oficial da Fundação Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, fica garantida a
preservação do efetivo existente, o qual deverá ser ajustado à
variação populacional, nos termos de lei municipal.
Art. 8° Municípios limítrofes podem, mediante
consórcio público, utilizar, reciprocamente, os serviços da
guarda municipal de maneira compartilhada.
Art. 9° A guarda municipal é formada por servidores
públicos integrantes de Carreira única e plano de cargos e
salários, conforme disposto em lei municipal.

CAPÍTULO V
DAS EXIGÊNCIAS PARA INVESTIDURA

Art. 10. São requisitos básicos para investidura em
cargo público na guarda municipal:
I — nacionalidade brasileira;
II — gozo dos direitos políticos;
III — quitação com as obrigações militares e
eleitorais;
IV — nível médio completo de escolaridade;
V — idade mínima de 18 (dezoito) anos;


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VI — aptidão física, mental e psicológica; e
VII — idoneidade moral comprovada por investigação
social e certidões expedidas perante o Poder Judiciário
estadual, federal e distrital.
Parágrafo único. Outros requisitos poderão ser
estabelecidos em lei municipal.

CAPÍTULO VI
DA CAPACITAÇÃO

Art. 11. O exercício das atribuições dos cargos da
guarda municipal requer capacitação específica, com matriz
curricular compatível com suas atividades.
Parágrafo único. Para fins do disposto no caput,
poderá ser adaptada a matriz curricular nacional para formação
em segurança pública, elaborada pela Secretaria Nacional de
Segurança Pública - SENASP do Ministério da Justiça.
Art. 12. É facultada ao Município a criação de órgão
de formação, treinamento e aperfeiçoamento dos integrantes da
guarda municipal, tendo como princípios norteadores os
mencionados no art. 3°.
§ 1º Os Municípios poderão firmar convênios ou
consorciar-se, visando ao atendimento do disposto no caput
deste artigo.
§ 2º O Estado poderá, mediante convênio com os
Municípios interessados, manter órgão de formação e
aperfeiçoamento centralizado, em cujo conselho gestor seja
assegurada a participação dos Municípios conveniados.


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§ 3º O órgão referido no § 2º não pode ser o mesmo
destinado à formação, treinamento ou aperfeiçoamento de forças
militares.

CAPÍTULO VII
DO CONTROLE

Art. 13. O funcionamento das guardas municipais será
acompanhado por órgãos próprios, permanentes, autônomos e com
atribuições de fiscalização, investigação e auditoria,
mediante:
I — controle interno, exercido por corregedoria,
naquelas com efetivo superior a 50 (cinquenta) servidores da
guarda e em todas as que utilizam arma de fogo, para apurar as
infrações disciplinares atribuídas aos integrantes de seu
quadro; e
II — controle externo, exercido por ouvidoria,
independente em relação à direção da respectiva guarda,
qualquer que seja o número de servidores da guarda municipal,
para receber, examinar e encaminhar reclamações, sugestões,
elogios e denúncias acerca da conduta de seus dirigentes e
integrantes e das atividades do órgão, propor soluções,
oferecer recomendações e informar os resultados aos
interessados, garantindo-lhes orientação, informação e
resposta.
§ 1º O Poder Executivo municipal poderá criar órgão
colegiado para exercer o controle social das atividades de
segurança do Município, analisar a alocação e aplicação dos
recursos públicos, monitorar os objetivos e metas da política
municipal de segurança e, posteriormente, a adequação e


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eventual necessidade de adaptação das medidas adotadas face
aos resultados obtidos.
§ 2º Os corregedores e ouvidores terão mandato cuja
perda será decidida pela maioria absoluta da Câmara Municipal,
fundada em razão relevante e específica prevista em lei
municipal.
Art. 14. Para efeito do disposto no inciso I do caput
do art. 13, a guarda municipal terá código de conduta próprio,
conforme dispuser lei municipal.
Parágrafo único. As guardas municipais não podem
ficar sujeitas a regulamentos disciplinares de natureza
militar.

CAPÍTULO VIII
DAS PRERROGATIVAS

Art. 15. Os cargos em comissão das guardas municipais
deverão ser providos por membros efetivos do quadro de
Carreira do órgão ou entidade.
§ 1º Nos primeiros 4 (quatro) anos de funcionamento,
a guarda municipal poderá ser dirigida por profissional
estranho a seus quadros, preferencialmente com experiência ou
formação na área de segurança ou defesa social, atendidas as
demais disposições do caput.
§ 2º Para ocupação dos cargos em todos os níveis da
Carreira da Guarda Municipal, deverá ser observado o
percentual mínimo para o sexo feminino, definido em lei
municipal.
§ 3º Deverá ser garantida a progressão funcional da
Carreira em todos os níveis.


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Art. 16. Aos guardas municipais é autorizado o porte
de arma de fogo, conforme previsto em lei.
Parágrafo único. Suspende-se o direito ao porte de
arma de fogo em razão de restrição médica, decisão judicial ou
justificativa da adoção da medida pelo respectivo dirigente.
Art. 17. A Agência Nacional de Telecomunicações -
ANATEL destinará linha telefônica de número 153 e faixa
exclusiva de frequência de rádio aos Municípios que possuam
guarda municipal.
Art. 18. É assegurado ao guarda municipal o
recolhimento à cela, isoladamente dos demais presos, quando
sujeito à prisão antes de condenação definitiva.

CAPÍTULO IX
DAS VEDAÇÕES

Art. 19. A estrutura hierárquica da guarda municipal
não pode utilizar denominação idêntica à das forças militares,
quanto aos postos e graduações, títulos, uniformes,
distintivos e condecorações.

CAPÍTULO X
DA REPRESENTATIVIDADE

Art. 20. Fica reconhecida a representatividade das
guardas municipais no Conselho Nacional de Segurança Pública,
no Conselho Nacional das Guardas Municipais e, no interesse
dos Municípios, no Conselho Nacional de Secretários e Gestores
Municipais de Segurança Pública.




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CAPÍTULO XI
DISPOSIÇÕES DIVERSAS E TRANSITÓRIAS

Art. 21. As guardas municipais utilizarão uniforme e
equipamentos padronizados, preferencialmente, na cor azul-marinho.
Art. 22. Aplica-se esta Lei a todas as guardas
municipais existentes na data de sua publicação, a cujas
disposições devem adaptar-se no prazo de 2 (dois) anos.
Parágrafo único. Fica assegurada a utilização de
outras denominações consagradas pelo uso, como guarda civil,
guarda civil municipal, guarda metropolitana e guarda civil
metropolitana.
Art. 23. Esta Lei entra em vigor na data de sua
publicação.
CÂMARA DOS DEPUTADOS, de abril de 2014.



HENRIQUE EDUARDO ALVES
Presidente